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Eletroeletrônica · Automação de fábrica e inspeção

O defeito de solda nasceu na pasta. E só foi encontrado no cliente.

A PAHC Automação integra a cadeia de inspeção SMT completa — pasta de solda, óptica e raio-X — com manipulação elétrica e rastreabilidade por leitura de código. Distribuidor Autorizado OMRON e Distribuidor Autorizado Official Partner FESTO: a inspeção e o braço saem da mesma casa.

26 anos de mercado
Distribuidor Autorizado OMRON
Official Partner FESTO
O custo de não resolver

O que acontece quando a inspeção cobre só um trecho

O defeito que nasce antes do componente

A maior parte dos defeitos de solda tem origem na deposição de pasta. Inspecionar só depois do forno significa reprovar placa já montada — retrabalho caro em vez de correção barata.

O ponto cego sob o componente

Solda sob BGA e QFN não é visível por câmera. Uma linha que inspeciona só por imagem óptica tem uma classe inteira de defeito que passa sem ser vista.

O falso rejeito que vira bypass

Inspeção que reprova placa boa cansa o operador. Em poucas semanas alguém afrouxa o critério ou coloca a estação em bypass — e a inspeção deixa de existir na prática.

O laudo sem dono

Sem identificação da placa, o resultado da inspeção não vira histórico. Quando o cliente reclama de um lote, não há como saber o que aquela placa específica mostrou.

Onde o defeito mais caro é o que passou
O setor em uma frase

Onde o defeito mais caro é o que passou

Numa linha SMT, cada etapa de inspeção enxerga uma classe de defeito que as outras não enxergam: a pasta antes do componente, a imagem depois do forno, o raio-X sob o componente. Cobrir só um trecho é deixar uma classe inteira passar sem ser vista.

E inspeção que reprova placa boa acaba em bypass — o que devolve a linha ao ponto de partida, agora com o equipamento comprado.

O que a PAHC entrega

A cadeia de inspeção e a manipulação em volta dela

Definição do critério de defeitoAntes de qualquer cotação: o que é reprovado, qual a tolerância e qual característica é crítica. Sem critério fechado, qualquer sistema de inspeção gera falso rejeito.
Cobertura da linha SMTInspeção de pasta antes do componente, óptica depois do forno e raio-X para solda oculta. As três cobrem classes de defeito diferentes — nenhuma substitui a outra.
Rastreabilidade por identificaçãoLeitura do código da placa amarrando cada resultado de inspeção a um número de série. É o que transforma laudo em histórico auditável.
Manipulação elétricaGarra e eixo elétrico com posição e força programáveis para manipular placa e componente sem marcar a peça — onde o pneumático de fim de curso não tem controle suficiente.
Integração ao controle da linhaLigação dos sinais ao CLP existente por I/O remoto e IO-Link, com parametrização e diagnóstico do dispositivo sem ir até a máquina.
Segurança da estaçãoProteção da célula com os componentes de segurança de máquina do catálogo, dimensionados junto com o layout da estação e não depois dele.
Conjunto de engenharia

O que uma linha SMT leva

Cada item existe no catálogo da PAHC e cobre uma etapa. As três inspeções são complementares: cada uma enxerga uma classe de defeito que as outras não enxergam.

Sistema de Inspeção de Pasta de Solda SPI VP9000 OMRON
Inspeção de pasta de solda
Sistema SPI VP9000
Inspeciona a deposição antes de o componente ser colocado. É a etapa mais barata de corrigir, porque a placa ainda não foi montada.
Ver no catálogo
Sistema de Inspeção Óptica AOI VT-S OMRON
Inspeção óptica
Sistema AOI VT-S
Inspeciona a placa montada depois do forno: presença, polaridade, alinhamento e solda visível na superfície.
Ver no catálogo
Sistema de Inspeção por Raio-X AXI VT-X OMRON
Inspeção por raio-X
Sistema AXI VT-X
Cobre o ponto cego do AOI: solda sob BGA e QFN, que nenhuma câmera de superfície alcança.
Ver no catálogo
Leitor de Código VHV5 OMRON
Rastreabilidade
Leitor de código VHV5
Amarra cada resultado de inspeção ao número de série da placa. Sem identificação, o laudo não vira histórico.
Ver no catálogo
Garras Elétricas
Manipulação
Garras elétricas
Preensão com posição e força programáveis para peça delicada — onde a garra pneumática de fim de curso não oferece controle suficiente.
Ver no catálogo
Eixos Elétricos Lineares
Movimentação
Eixos elétricos lineares
Leva a ferramenta até a posição com repetibilidade e parada em qualquer ponto do curso, que é o que o manuseio de placa exige.
Ver no catálogo
Aplicações típicas

Três situações que qualquer linha SMT reconhece

São situações correntes do setor e o que a PAHC faz tecnicamente em cada uma. Sem cliente identificado e sem número de resultado.

Problema

Retrabalho depois do forno

O defeito é encontrado com a placa já montada e soldada. O custo da correção é várias vezes o da mesma falha detectada na pasta, e o tempo de retrabalho compete com a produção.

Solução PAHC

Mover a inspeção para antes do componente

A PAHC implanta inspeção de pasta antes da montagem, para que o desvio de deposição seja corrigido no estêncil ou no processo de impressão. O AOI depois do forno passa a confirmar, e não a descobrir.

Problema

Solda oculta sob componente

BGA e QFN escondem a junta de solda sob o corpo do componente. A linha inspeciona por imagem, aprova, e o defeito aparece em campo — como falha intermitente, que é a mais cara de diagnosticar.

Solução PAHC

Raio-X como camada complementar

A PAHC dimensiona a cobertura por classe de defeito: o AOI cobre superfície, o AXI cobre a junta oculta. A decisão de onde cada um entra sai do mix de componentes da placa, não do orçamento disponível.

Problema

Estação de inspeção em bypass

O sistema reprova placa boa, a linha para, o operador cansa. Alguém afrouxa o critério ou desativa a estação, e a inspeção deixa de existir sem que ninguém registre a decisão.

Solução PAHC

Voltar ao critério de defeito

A PAHC ataca a causa: definição do que é reprovado, com amostras boas e ruins reais da linha, antes de ajustar qualquer parâmetro. Sem critério fechado e imagem repetível, nenhum ajuste de software resolve falso rejeito.

Por que a PAHC

A inspeção, o controle e o braço saem da mesma casa

A PAHC Automação atua há 26 anos de mercado em automação industrial. É Distribuidor Autorizado OMRON — de onde vêm os sistemas de inspeção SMT, a leitura de código, os sensores e o controle — e Distribuidor Autorizado Official Partner FESTO, de onde vêm a manipulação elétrica e pneumática que move a peça. Numa linha eletrônica isso encurta a discussão: a inspeção que detecta e o mecanismo que separa a placa são especificados juntos, por uma engenharia só.

A linha é construída com
26
anos de mercado (desde 2000)
1.064
itens OMRON no catálogo
1.243
itens FESTO no catálogo
3
etapas de inspeção SMT no catálogo
Perguntas diretas

O que o engenheiro de processo pergunta antes da RFQ

Preciso das três inspeções — pasta, óptica e raio-X?
Depende do mix de componentes da placa. As três cobrem classes de defeito diferentes: a de pasta pega a origem da maioria dos defeitos de solda, a óptica pega superfície e a de raio-X pega junta oculta sob BGA e QFN. Placa sem componente de junta oculta pode não justificar o raio-X; placa com muitos justifica.
Vocês vendem o equipamento ou implantam o sistema?
Implantamos. A conversa começa pelo critério de defeito e por amostras boas e ruins reais da linha — não por demonstração com a peça que o fornecedor escolheu. Sem critério fechado, qualquer sistema gera falso rejeito e acaba em bypass.
Como resolver falso rejeito numa estação existente?
Voltando à causa, que quase nunca é o software. Critério de defeito mal definido, iluminação e imagem não repetíveis são as origens mais comuns. A PAHC ataca isso antes de mexer em parâmetro de inspeção.
Dá para amarrar o resultado da inspeção a cada placa?
Sim, com leitura do código de identificação da placa integrada às estações. É o que transforma laudo isolado em histórico auditável, que é o que a análise de uma reclamação de campo precisa.
A manipulação precisa ser elétrica?
Onde a peça é delicada ou a posição intermediária importa, sim: garra e eixo elétricos permitem programar posição e força e devolvem a posição real ao controle. Onde a manipulação é simples abre-fecha, o pneumático resolve por menos.
Consigo integrar ao CLP que a linha já usa?
Sim. Os sinais chegam ao controlador existente por I/O remoto e IO-Link, que ainda permite parametrizar e diagnosticar o dispositivo sem ir até a máquina.

Descreva a placa e o defeito. A engenharia responde.

Envie o mix de componentes, a cadência da linha e o que precisa ser detectado. A conversa começa pelo critério de defeito e pelas amostras reais. Se você já tem uma estação em bypass, diga qual e por quê.